Perguntas frequentes
O que as Câmaras perguntam quando a conversa sai da demonstração e vira decisão.
Versão 1.0 · em vigor desde [VALIDAR: data de publicação]
01Quanto tempo até a Câmara estar usando?
[VALIDAR: prazo típico de implantação]. O tempo depende menos de instalação — não há nada a instalar — e mais de duas decisões da Casa: quais setores existem e por quais etapas cada tipo de documento precisa passar até ser publicado.
Essas definições saem do regimento e da prática do dia a dia. Casa que chega com elas claras começa a trabalhar bem mais rápido.
02Precisamos comprar computador ou servidor?
Não. O sistema funciona pelo navegador, nas máquinas que a Casa já tem, e não exige instalar programa nenhum. Também não é preciso comprar servidor: ele fica hospedado por nós.
Funciona em celular e tablet — útil para acompanhar e aprovar fora da mesa. Para redigir um documento longo, computador continua sendo mais confortável.
Se o edital da Casa exigir que tudo rode em servidor próprio, isso é possível.
03Quem ensina a nossa equipe?
Nós — o treinamento faz parte da implantação: [VALIDAR: formato e carga horária].
Dentro do sistema há um tutorial permanente, explicando cada etapa do caminho do documento. Ele fica disponível depois que o treinamento acaba, para quem entrar na equipe mais tarde ou precisar relembrar.
04Nossa equipe vai conseguir usar?
O sistema foi desenhado para quem redige ofício, não para quem entende de tecnologia. As telas falam de documento, setor, prazo e assinatura — o vocabulário do expediente, não o da informática.
A parte técnica fica numa tela separada, que só quem administra o sistema enxerga. O servidor não esbarra nela.
05Nosso acervo antigo entra no sistema?
Entra o que estiver em formato aproveitável. Documento que nasceu digital entra completo e passa a ser encontrado pela busca. Papel digitalizado como foto entra como arquivo, mas achar por trecho de texto exige um tratamento a mais.
Olhamos o material antes de fechar o escopo. Estimativa feita sem ver o acervo erra por muito.
06E se a internet cair?
O trabalho depende de conexão, como qualquer sistema em nuvem — inclusive os que a Casa já usa para folha e contabilidade.
Metas de disponibilidade e prazos de atendimento ficam no contrato: [VALIDAR: SLA praticado]. Para Casas que precisem operar sem depender de internet externa, existe a instalação local.
07A IA pode alterar um documento sozinha?
Não. Análises exigem autorização explícita, e toda sugestão chega como marcação de revisão que o servidor aceita ou rejeita. Cada aceite gera uma nova versão, com autor registrado.
08E se a IA citar uma lei que não existe?
Uma citação só entra no documento se a norma for verificada: identificação, órgão, vigência e fonte oficial — por regras fixas do sistema, não pela IA. Sem fundamento verificado, o sistema declara a lacuna em vez de inventar.
09Documentos sigilosos passam pela IA?
Não. Documento marcado como sigiloso é recusado pelo próprio servidor na análise por IA e fica fora da busca do sistema. No envio avulso de um arquivo para leitura, o sistema não tem como saber que o conteúdo é sigiloso — ali a orientação aparece na tela e a decisão é de quem envia.
10Onde ficam os dados da Câmara?
Só no sistema da sua Câmara. Dados, arquivos e busca exclusivos — nos servidores da Casa ou em nuvem no Brasil. Nada é compartilhado com outra instituição. A exceção é o trecho enviado ao provedor de inteligência artificial quando alguém usa a IA, descrita em detalhe na página de Proteção de dados.
11O histórico de auditoria pode ser apagado por um administrador?
Não. O sistema não deixa apagar nem alterar o histórico. Todo dia há carimbo de tempo oficial e uma cópia que ninguém consegue mudar.
12A Câmara precisa contratar a inteligência artificial à parte?
Não. A conta junto ao provedor é nossa e já está no serviço. A Casa não abre conta em lugar nenhum, não administra chave de acesso e não compra créditos.
13Dá para usar o sistema sem a inteligência artificial?
Dá, por completo. Redigir, guardar versões, tramitar entre setores, aprovar, publicar e auditar funcionam sem acionar IA nenhuma.
Foi feito assim de propósito: a IA é ajuda, não engrenagem. Casa que prefira começar sem ela usa o sistema inteiro do mesmo jeito.
14Como provamos ao Tribunal de Contas que um ato não foi alterado?
Pela verificação do histórico, que a própria Casa executa na hora: o sistema confere a sequência inteira de registros e aponta qualquer um que não bata.
Some-se o carimbo diário emitido por uma autoridade externa, que atesta a data perante terceiro. A conferência mais forte é feita fora do sistema: pegar a cópia guardada do dia, refazer a conta por conta própria e comparar. Prova conferida só pelo sistema que a produziu vale menos.
15E se um dia quisermos trocar de fornecedor?
A Casa leva tudo: documentos, informações associadas e histórico, em formato aberto — a qualquer momento, não só no fim do contrato.
Isso é requisito do produto, não cortesia. Sistema de documento público que prende o acervo transforma renovação de contrato em coação, e fornecedor que dificulta a saída está contando com isso.
16Quanto custa?
Assinatura anual, proporcional ao porte da Casa — [VALIDAR: critério e faixas de preço]. A proposta detalhada, no formato que a pesquisa de preços exige, vai por e-mail: contato@legisora.com.br.
Sobre o rito da contratação, veja Como contratar.
Não achou a sua pergunta? Escreva para contato@legisora.com.br — respondemos por escrito, e o que servir a outras Casas entra nesta página.